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Arraial do Cabo recebe a fase 2 de Diálogos com o Reitor

O projeto Diálogos com o Reitor entra em nova fase. Durante o segundo semestre de 2019 o reitor do IFRJ vai percorrer todos os campi para conversar com os servidores e alunos, apresentando novidades e discutindo soluções para problemas pontuais.

O campus Arraial do Cabo foi escolhido para este primeiro encontro da Fase 2. A reunião aconteceu no auditório do campus, no dia 26 de agosto, durante o período da manhã. Ao lado do diretor-geral do campus, Davi Aguiar, Rafael Almada destacou pontos importantes no trabalho da atual gestão e no enfrentamento dos problemas que atingem não apenas o IFRJ, mas todo a Rede Federal de ensino.

Almada voltou a lembrar dos cortes promovidos pelo MEC, que não foram revertidos e impactam nas atividades cotidianas. Por essa razão, algumas medidas foram tomadas, como suspender as capacitações, rever o processo de diária e passagens, etc. Minimizar os impactos é uma preocupação constante. “Nós conseguimos, mesmo assim, manter o controle, e podemos garantir a manutenção dos contratos continuados, que garantem, entre outras coisas, o fornecimento de luz, a limpeza e a segurança”.

O reitor disse o trabalho da atual gestão do IFRJ teve o foco nessas questões e disse que as emendas de bancada foram essenciais. “Conseguimos recursos também com emendas individuais, para compra de equipamento, infraestrutura de laboratórios, um trabalho intenso no diálogo com o legislativo”. Para 2020, ainda em um cenário de incertezas, essas emendas continuarão a ser muito importantes, segundo avaliação do reitor.

Rafael explicou que o Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica – Conif, não tem medido esforços para dialogar com o ministro da Educação, a fim de reverter o quadro, retirar a Educação do teto dos gastos e conseguir a liberação total do orçamento.     

FUTURE-SE

O programa anunciado pelo MEC também foi abordado na reunião. O reitor disse que parte do que é apresentado no programa já é, inclusive, feito pela Rede, mas com um enfoque diferente, e que a impressão inicial é a de que não se trata de um programa pronto. “De certa forma, se aproxima mais de um rascunho. Há muitos pontos controversos, não houve debate nem participação das instituições na elaboração. E o que podemos dizer hoje é que a ideia é não aderir”. Rafael lembrou que mesmo especialistas em Organizações Sociais (OS), que defendem esses modelos, alertam que ele não funciona na proposta do Future-se.

Ao falar das ações da gestão na Reitoria, Almada frisou o trabalho para a mudança no fluxo de processos, visando agilizar questões diversas, como redistribuição, qualificação, entre outras. “Redesenhamos os fluxos, e assim o servidor saberá os prazos corretos, onde está seu processo, se algo deixou de ser feito. O menor prazo será de 23 dias e o maior de 81 dias”. Nesta sexta-feira, dia 30, haverá uma apresentação desse novo processo no prédio da Reitoria da rua Buenos Aires, Centro do Rio.

Sobre a Assistência Estudantil, Rafael disse que o atual modelo faz com que alguns campi tenham mais recursos do que outros. Para enfrentar essa situação e beneficiar todos os campi, a ideia é que a Reitoria centralize o processo e, dessa forma, consiga atender às demandas das unidades.

No período da tarde, o reitor atendeu alguns servidores e conversou com uma comissão do campus Arraial do Cabo que planeja uma mudança da sede, envolvendo a utilização de um CIEP vizinho. Rafael e a comissão estiveram no local e o reitor pediu que fosse apresentado um plano detalhado sobre a possibilidade de mudança, envolvendo os custos, planejamento etc.

      

 

 

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